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segunda-feira

Homemade

Acho que finalmente eu posso me considerar uma pessoa organizada. Óbvio que o fato de não ter um trabalho desses que me façam sair de casa todo santo dia, ajuda muito, mas a verdade é que finalmente minha vida "doméstica" está como eu gostaria.
Além das comidas mega saudáveis, eu tenho feito praticamente tudo em casa. Inclua nessa lista: conservas, geléias, relish de pepino, extrato de baunilha, queijos cremosos e até aromatizadores de ambiente. É uma revolução. Dá trabalho? Claro que da, mas eu tenho um prazer imenso em fazer.
Ontem eu busquei minha máquina de costura na casa da minha mãe. Nós duas, eu e máquina, temos uma relação complicada, mas espero resolver isso com muita paciência daqui pra frente.
E a minha horta? Bom, chegaram as chuvas e o frio e meu manjericão e meu alecrim se entregaram. Hoje eu fui à floricultura e trouxe mudas novinhas. Espero que estas resistam!

sexta-feira

Brasileiro come menos arroz e bebe mais refrigerante

IBGE mostra mudança nos hábitos, com aumento de alimentos industrializados nos carrinhos de compra

DENISE MENCHEN
DO RIO 

Brasileiros de todas as faixas de renda estão trocando comida fresca por produtos industrializados e, com isso, piorando a qualidade de sua alimentação básica.
Ingredientes típicos do cardápio nacional, o feijão e o arroz são comprados em quantidades cada vez menores, enquanto o consumo per capita de açúcar -embutido em refrigerantes, massas prontas etc.- excede o nível nutricional recomendado.
É o que mostram as pesquisas divulgadas ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre a quantidade e a qualidade dos alimentos comprados para consumo em casa.
No caso do arroz polido, por exemplo, a queda no consumo per capita foi de 40,5% de 2003 a 2009. No do feijão, de 26,4%.
Com isso, esses alimentos passaram a responder por apenas 16,2% e 5,4% das calorias ingeridas nos lares do país, ante 17,4% e 6,6% na pesquisa anterior.
Já comidas processadas, como pães, embutidos, biscoitos, refrigerantes e refeições prontas, ganharam importância e, juntos, já respondem por 18,4% das fontes de energia consumidas.

AÇÚCAR LIVRE
Os estudos revelam também o consumo excessivo de açúcar, que pode contribuir para o desenvolvimento de obesidade, diabetes e câncer.
Hoje, do total de calorias presentes na despensa dos brasileiros, 16,4% vêm dos chamados açúcares livres, que são aqueles adicionados aos alimentos no seu processamento ou no momento do consumo. A recomendação nutricional é que essa parcela não ultrapasse os 10%.
A presença do açúcar refinado nos carrinhos, porém, tem diminuído -em 2009, um brasileiro comprava, em média, 3,2 kg do produto por ano, quase a metade dos 6,1 kg registrados em 2003.
Isso significa que as pessoas estão consumindo mais alimentos que já têm açúcar na sua formulação.
"Caiu a quantidade de açúcar de mesa, não o açúcar da dieta. As pessoas não adoçam mais suco em casa, compram já adoçado", diz Renata Levy, pesquisadora em medicina preventiva da USP.



Matéria da Folha

quarta-feira

Alimentação pode proteger contra Alzheimer

Saiu na Folha e eu achei que era muito pertinente publicar aqui.

Alimentação pode proteger contra Alzheimer, indica estudo
Uma alimentação rica em azeite de oliva, nozes, peixes e algumas frutas e vegetais pode proteger contra o Alzheimer, mostra uma pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, que acaba de ser publicada no periódico científico “Archives of Neurology”.
Para chegar ao resultado, os cientistas colheram informações de 2.148 voluntários com mais de 65 anos, avaliados durante quatro anos. A cada 18 meses, eles eram testados para detectar o Alzheimer.
Os pesquisadores observaram que aqueles que consumiam maior quantidade de alimentos como tomates, vegetais de folhas verde-escuras e crucíferos (como o brócolis) tiveram um risco 40% menor de desenvolver a doença. Sabe-se que esses alimentos são ricos em ácidos graxos ômega 3 e 6 e vitaminas E e B12, nutrientes relacionados a efeitos benéficos no cérebro. A dieta dessas pessoas também era pobre em carnes vermelhas e laticínios como a manteiga, ricos em gorduras saturadas.

Prevenção
Segundo os autores, a alimentação pode ser um meio eficaz de modificar o risco da doença. A prevenção nesse caso é essencial, já que o Alzheimer ainda não tem cura. Os tratamentos atuais apenas conseguem amenizar os sintomas.
“Os benefícios da alimentação estão mais relacionados ao papel dos antioxidantes que evitam a deposição de radicais livres nos neurônios”, explica o neurologista Paulo Bertolucci, da Universidade Federal de São Paulo. Isso provoca a morte dessas células, levando a doenças como o Alzheimer. “No entanto, o estresse também tem um papel no desenvolvimento dessas doenças”, lembra o neurologista.
O artigo sugere ainda um outro mecanismo para explicar o efeito benéfico dos alimentos: o consumo de nutrientes capazes de proteger contra doenças cardiovasculares pode evitar derrames que tornam a pessoa mais suscetível a desenvolver demências.

Fonte: Folha de São Paulo

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